sábado, 17 de agosto de 2013

Into conta com unidade de coleta de sangue para até 30 doadores por dia


Objetivo da iniciativa é aumentar as reservas do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad, que atende pacientes que passarão por cirurgias ortopédicas 















O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, dispõe agora de uma unidade própria de coleta de sangue. O Hemointo é uma parceira do Into e do governo do estado, e tem capacidade para atender 30 doadores por dia.
O objetivo da nova unidade é aumentar as reservas sanguíneas do instituto, que atende pacientes que passarão por cirurgias ortopédicas. De acordo com secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda, o Hemointo será fundamental para que cirurgias eletivas não sejam desmarcadas, já que o abastecimento de sangue coletado pelo Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio) não estava sendo suficiente, por priorizar cirurgias emergenciais.
“A taxa de suspensão de cirurgias no Into era muito elevada por falta de sangue. Com a ativação desta unidade de coleta, que está funcionando há cerca de um mês, houve uma queda significativa da suspensão de cirurgias”, revela.
Para o diretor da instituição, Marcos Musafir, o novo núcleo facilitará a assistência aos pacientes. “Ter um banco de sangue coletando na própria instituição, que tem uma demanda de mil cirurgias por mês, facilitará a assistência do Hemorio. Por ter que assistir todo o estado do Rio, seu atendimento fica um pouco limitado a nós. Com essa coleta interna, poderemos aumentar o número de cirurgias, independentemente do Hemorio.”
A nova unidade de coleta fica no térreo do instituto. O setor funciona das 8h às 12h, de segunda a sexta-feira, e conta com o auxílio de 25 profissionais para coleta e transfusão de sangue.

Fonte: O FLUMINENSE

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Lei sobre direitos autorais entra em vigor em 120 dias


A Lei 12.853 altera a maneira como o Ecad repassará os recursos dos direitos dos músico. Entre as mudanças está a fiscalização da entidade por um órgão específico 















A lei que define as condições de cobrança, arrecadação e distribuição de recursos pagos por direitos autorais de obras musicais foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Aprovada pelo Congresso em julho, a legislação foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e passa a valer em 120 dias.
A Lei 12.853 altera a maneira como o Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais (Ecad) repassará os recursos dos direitos dos músicos e estabelece formas de fiscalização da arrecadação desses valores. Entre as mudanças, em relação ao que ocorre atualmente, está a fiscalização da entidade por um órgão específico.
A taxa administrativa de 25% cobrada atualmente pelo Ecad será reduzida gradativamente, até chegar a 15% em quatro anos, garantindo que autores e demais titulares de direito recebam 85% de tudo o que for arrecadado pelo uso das obras artísticas. No ano passado, o Ecad arrecadou R$ 624,6 milhões e distribuiu R$ 470,2 milhões em direitos autorais.
A matéria recebeu apoio de diversos cantores e compositores de fama nacional, como Roberto Carlos, que estiveram no Congresso no mês passado para acompanhar a votação do projeto de lei no Senado.

Agência Brasil

Mais de 300 médicos estrangeiros começam a trabalhar em todo Brasil



Profissionais começam a trabalhar a partir da segunda quinzena de setembro através do Programa Mais Médicos. Dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde 














A partir da segunda quinzena de setembro, 358 médicos estrangeiros começam a trabalhar nas cidades do interior e periferias dos grandes centros por meio do Programa Mais Médicos. Na primeira edição, o programa selecionou 1.618 profissionais. Os dados são do balanço da primeira fase do programa, divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde.
Quando chegarem ao Brasil, os médicos estrangeiros ficarão concentrados em oito capitais: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. Nessas cidades, terão aulas sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa durante três semanas, entre 26 de agosto e 13 de setembro. Após a aprovação nesta etapa, começam a atender a população na segunda quinzena de setembro.
Os profissionais que vão atuar em áreas indígenas terão, além do módulo de acolhimento, treinamento específico. Os estrangeiros terão registro profissional provisório e podem trabalhar apenas na região para onde forem designados.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou a intenção do governo de buscar parcerias com instituições e universidades de outros países para facilitar a vinda de médicos estrangeiros. “Estamos tratando com a Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] as possibilidades que ela tem para abrirmos tanto para países, organizações não-governamentais e universidades, a possibilidade de cooperação com outros países. Cada país têm suas regras próprias de colaboração”, disse.
Padilha disse ainda que os profissionais que irão participar do programa por meio desse modelo de cooperação serão alocados nos cerca de 1,5 mil municípios prioritários do Mais Médicos.
Perguntado sobre as negociações para trazer médicos cubanos, Padilha respondeu que Cuba já havia feito oferta ao Brasil e disse que é interessante a participação de profissionais especialistas em atenção básica, a exemplo dos cubanos.
Do total de 1.618 médicos selecionados pelo Mais Médicos, 53% vão para as periferias de capitais e regiões metropolitanas e 47% para municípios com alta vulnerabilidade social. Em relação ao perfil dos profissionais, entre os médicos formados no Brasil, 58% são homens e 42% mulheres. Entre os com diploma do exterior, 63% são homens e 37% mulheres.

Fonte: O FLUMINENSE

domingo, 4 de agosto de 2013

Mergulhão já tem 66% das suas obras concluídas

Por: Vinicius Rodrigues 

Prefeito Rodrigo Neves vai caminhar pelo túnel nesta segunda-feira. Ele reforça que as obras ficarão prontas em novembro. Próxima etapa prevê a colocação de estacas 














O Mergulhão está com 66% das obras concluídas. A afirmação foi feita pelo subsecretário de Obras da cidade, Lincoln Silveira, que apresentou uma das últimas etapas do bombeamento de água e retirada do material escavado dos 150 metros do túnel. Na próxima etapa, até o final do mês, ainda estão previstas a colocação de 328 estacas raiz e o início da laje de fundo, onde será construída uma pequena área de lazer sobre ela. Essa etapa possibilitará maior segurança e firmeza nas estruturas do túnel. O prefeito Rodrigo Neves vai caminhar pelo mergulhão nesta segunda-feira. Ele reforçou que as obras ficarão prontas em novembro deste ano.
Acompanhados dos engenheiros Carlos Takao e Júlio Fernandes, além do arquiteto da Empresa Municipal de Moradia Urbanização e Saneamento (Emusa), Fábio Cupulilli, o subsecretário Lincoln Silveira explicou que são 40 homens trabalhando diariamente, de segunda a sábado, das 8h às 18h.
“Essa frente de trabalho, que vai da Rua Senador Nabuco até a Rua Doutor Celestino, em aproximadamente 220 metros de corredor, possibilitou fazermos os cinco metros da laje superior até o chão, iniciar a implantação dos tirantes (vigas) e, sobretudo, o reforço da estrutura sobre onde passarão os carros sentido Avenida Amaral Peixoto”, disse Lincoln.
Ainda de acordo com o subsecretário, o maior desafio que a obra trouxe desde o seu início é a avaliação da colocação dos tirantes, uma vez que não havia a certeza se a profundidade pelo qual as estacas foram fincadas era suficiente.
“Essas estacas, que são chamadas de estacas pranchas, devem suportar 45 toneladas por centímetro sobre ela”, destacou.
Durante as obras, os funcionários encontraram uma nascente na entrada do túnel. Para isso, os engenheiros estão bombeando a água – limpa e inodora – e o objetivo é canalizar e encontrar um destino para ela. Pensando nisso, os engenheiros colocarão 328 estacas raiz travando a laje que será feita no chão do Mergulhão, para que não haja penetração da água no solo.
O mergulhão é uma das soluções para aliviar o trânsito em Niterói. Com o desvio, o motorista que sair da Ponte Rio-Niterói e da Avenida do Contorno, e seguir para a Avenida Jansen de Melo, poderá acessar a Avenida Roberto Silveira e a Rua Miguel de Frias sem passar pelo Centro.
“Em janeiro e fevereiro, fizemos um estudo de 62 pontos do Mergulhão, com o apoio de alguns dos melhores calculistas do Brasil, que participaram de projetos do mergulhão da Praça XV, da Barra da Tijuca e do metrô do Rio. A partir daí, destes estudos de sondagem e subsolo, elaboramos o projeto executivo e iniciamos a perfuração do túnel em maio”, comentou o prefeito Rodrigo Neves.

Fonte: O Fluminense

Sonho olímpico ganha força com descoberta do vôlei sentado


Campeão no voleibol, niteroiense Fred Souza, perdeu a chance de disputar duas Olimpíadas por lesões e agora renova as esperanças para as Paralimpíadas do Rio 














Ápice para qualquer atleta em uma vida desportiva, os Jogos Olímpicos aparecem como uma verdadeira obsessão em qualquer centro de treinamento. Em alguns momentos, quando o atleta pensa que o seu ciclo olímpico está encerrado, a vida mostra caminhos antes não revelados. Esse foi o caso do niteroiense Fred Souza, que após sérias lesões viu suas chances de defender o Brasil em uma Olimpíada, ficarem no passado.
Em 2013, após uma despretensiosa partida de vôlei de praia com os amigos, Fred conheceu o vôlei sentado, por intermédio de um amigo em comum com o técnico da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef), da modalidade, Alexandre Medeiros. Conhecendo a nova esfera do vôlei, Fred percebeu que as suas lesões no ombro direito e no joelho esquerdo, antes problemas na corrida olímpica, poderiam representar um recomeço.
Nas regras do vôlei sentado, cada equipe pode possuir dois atletas com deficiência mínima, sendo que os dois jogadores não podem estar em quadra ao mesmo tempo. O atleta de Niterói se tornou elegível sendo classificado como “deficiência mínima” na última fase de treinamento da seleção, realizada em julho.
Após a conversa, o atleta de 42 anos, com vários títulos tanto no vôlei de quadra, quanto na modalidade de areia, viu suas chances renovadas com relação ao antigo sonho.
“As duas vezes que eu tive alguma chance de ir para a Olimpíada aconteceram lesões antes dos Jogos e agora tive a convocação para a Seleção Brasileira e o objetivo é primeiro o Parapan de Toronto em 2015 e depois os Jogos do Rio em 2016. Eu não fui à Olimpíada em pé e vou tentar ir sentado. Esse é o meu principal objetivo”, revelou o atleta da Andef.
Com experiência em todas as vertentes da modalidade, Fred Souza, fala das diferenças do sentado para o em pé.
“Uma coisa é um voleibol em pé de alta performance que você precisa saltar e atacar com o máximo de força o tempo todo. Aqui é diferente, temos grandes jogadores, mas a grande diferença está no deslocamento sentado, onde se trabalha músculos diferentes e a quadra que é menor, sendo preciso muita inteligência para jogar”, revelou. De espírito renovado e de bem com a vida, Fred comenta que redescobriu o esporte.
“Está sendo um verdadeira lição de vida trabalhar com eles. Está sendo uma nova escola de voleibol”, ressaltou.

Fonte: O Fluminense

Cuidado na hora da compra: carne pode sair pelo dobro do preço

Por: Lislane Rottas 

Quilo da picanha tem variação de 98% nos supermercados pesquisados em Niterói. Valores da alcatra e do peito de frango também surpreendem pela grande diferença 














Quem pretende fazer um churrasco neste final de semana deve estar atento ao preço das carnes. Se o consumidor pesquisar pode pagar a metade do preço dependendo do supermercado onde o produto for comprado. De acordo com pesquisa realizada por O FLUMINENSE na última quinta-feira, dia 1º de agosto, em seis supermercados de Niterói, o preço da picanha pode variar em quase 100%. No MultiMarket em Icaraí, a carne pode ser encontrada a R$ 21,90 o quilo e a R$ 43,49 no Pão de Açúcar, no Ingá. Uma diferença de R$21,59 e variação de 98,05% no preço. O preço médio da carne é de R$ 29,68.
A Alcatra também apresenta uma grande variação (73,81%), e pode ser encontrada a R$ 12,60 no supermercado Extra, no Centro, ou no Pão de Açúcar a R$ 21,90 – uma possível economia de R$ 9,30, com um preço médio de R$ 16,33.
E quem segue em alta na cesta básica é o peito de frango. Se compararmos com o mês passado, o produto apresentava um preço médio R$ 7,74. Esse mês, o mesmo item segue em alta com um preço médio de R$ 9,53, ou seja, houve um aumento de 23,13%. Quem for ao Multimarket pode encontrar o peito de frango a R$ 6,88, enquanto no Extra o mesmo produto sai a R$ 12,45, o que representa uma variação superior a 80%.
Outros grandes vilões da cesta básica são a batata e os ovos. O consumidor que for ao Pão de Açúcar pode encontrar o legume a R$ 4,99 enquanto quem for ao Guanabara pode economizar R$ 2, pois o preço da batata está R$ 2,95. A variação é de 67,45% e o preço médio de R$3,62. Já a dúzia de ovos está com um preço médio de R$ 3,86 e variação de 55,36%. No Pão de Açúcar, a caixa de ovos pode ser adquirida a R$ 4,49 e no Guanabara o produto sai a R$ 2,89. Já no Real, Freeporte e Multimarket, o consumidor não tem muitas opções, já que a dúzia de ovos custa R$ 3,99.
Entre os supermercados visitados, o arroz Tio João (5kg), apresentou uma variação de 42,77%. O melhor preço do produto foi encontrado no Pão de Açúcar e no Extra a R$ 11,90. Já quem for ao Multimarket, pode não ter a mesma sorte, já que o produto é encontrado a R$ 16,99. O preço médio do arroz ficou em R$ 14,92.
O óleo de soja Liza (900ml) pode ser adquirido a R$ 2,99 no Real, já o Multimarket vende o mesmo produto com uma diferença de R$ 1, sendo encontrado a R$ 3,99. A variação é de 33,44%. O preço médio do óleo é R$ 3,55.
Colaborou Marina Madureira

Fonte:  Fluminense

Município de Maricá leva asfalto a 78% das vias previstas para 2013

03/08/2013

Em seis meses cidade já conseguiu pavimentar 221 dos 245 mil metros quadrados previstos no cronograma deste ano, utilizando 23 mil toneladas de massa asfáltica  














A prefeitura de Maricá asfaltou, em apenas seis meses, quase toda a área prevista como meta de 2013. Segundo relatório da Secretaria Municipal de Obras, dos 245 mil metros quadrados projetados, 221 mil já foram feitos. Quanto ao volume de material empregado, desde fevereiro, as ruas já receberam 23 mil toneladas de massa asfáltica, alcançando 78% das vias previstas.
As intervenções, feitas com recursos próprios e também em parceria com o estado por meio do programa “Asfalto na Porta”, já beneficiaram ruas em Itaipuaçu, Parque Eldorado, Centro, Bananal, Ponta Negra, Bambuí, Inoã, Parque Nanci, Flamengo, Cordeirinho e Bairro da Amizade. De acordo com a secretaria, o ritmo intenso será mantido sempre que as condições climáticas permitirem.
No distrito de Itaipuaçu, segundo maior loteamento do estado com 10 bairros em 5 mil hectares, foram modernizadas vias com grande fluxo de veículos e que dão acesso à Rodovia RJ-106 e à orla. As intervenções aconteceram, por exemplo, no Jardim Atlântico, com a pavimentação da Rua Governador Leonel Brizola (antiga Rua 35), paralela à praia e uma das principais vias que cruzam o distrito, no trecho entre a Rua 1 e a Rua 83. 
Também foi incluída no pacote a modernização da Rua 70 (no trecho entre a Rua Governador Leonel Brizola até a praia) e da Rua 83 (entre as ruas 36 e Governador Leonel Brizola). Na Rua 36, outra paralela à praia e que também cruza o distrito, a secretaria asfaltou o trecho entre as ruas 66 (outra via importante que dá acesso à Estrada dos Cajueiros e, consequentemente, à RJ-106) e 70 e das ruas 77 até a 83.
“Estamos concluindo o trecho da Rua 36 entre as ruas 70 e 77”, acrescenta o secretário municipal de Obras, Fernando Rodovalho.
Banho de asfalto
Investimentos da prefeitura também beneficiaram neste primeiro semestre vias de outras regiões. Entre elas, a Rua Humberto Rodrigues, Avenida Beiramar e Rua Crespim Gonçalves, em Ponta Negra; ruas 6, Thomas José Fortes e Natalino José Felicíssimo, no Bananal; ruas das Águias, Canarinhos e Araras e a via paralela à RJ-106, no Parque Nanci; Avenida B (Inoã) e Avenida Antônio Calado (Bambuí); além da pavimentação no entorno dos terminais rodoviários do Centro e de Itaipuaçu.
Ainda foram asfaltadas vias do Parque Eldorado (Amilar Vicente da Silva e Rua do Canal), Centro (1º de Julho e Augusto Valadão), Raphaville (Rua A) e Flamengo (Rua Sargento Lobato). Também foram realizados serviços de recapeamento nas ruas Prefeito Hilário Costa e Silva, Athayde Parreira e Comandante Homero Queiroz da Silva, no Parque Nanci; Praça do Bambuí; ruas Aluísio Costa e Silva, Joaquim Mendes, Abreu Sodré e Rua 14 (entorno da Praça da Bandeira), no Centro; e a Estrada dos Cajueiros, em Itaipuaçu.
Asfalto na porta
Cerca de 10 quilômetros de vias, num total de 20 ruas do Centro, Flamengo, Itaipuaçu, Bairro da Amizade e Cordeirinho foram modernizadas. Iniciado em março, o programa foi concluído este mês com a pavimentação do último trecho da Avenida 1 (Zumbi dos Palmares), em Itaipuaçu.
Foram modernizadas 15 ruas no Centro – Vereador Francisco Sabino da Costa (uma das principais vias de acesso à cidade, pela RJ-106) e a sua extensão até as ruas Abreu Rangel e Domício da Gama; Ribeiro de Almeida e Senador Macedo Soares - que concentram boa parte do comércio central e registram grande fluxo de veículos; entre outras.
O projeto também contemplou a Rua 53 (Bairro da Amizade), parte da Rua 107 (Cordeirinho) e as ruas Protázio Perez e Uirapurus (Flamengo).

Fonte: O Fluminense